Grãos02 de Julho de 2026·Notícias Agrícolas

Futuros do milho registram valorizações na manhã desta quinta-feira em Chicago e na B3

Logotipo Notícias Agrícolas

A quinta-feira (2) começa com os preços internacionais do milho futuro operando no campo positivo da Bolsa de Chicago (CBOT), registrando avanços por volta das 09h17 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a US$ 4,25 com valorização de 4,75 pontos, o setembro/26 valia US$ 4,25 com alta de 3 pontos, o dezembro/26 era negociado por US$ 4,44 com elevação de 2,50 pontos e o março/27 tinha valor de US$ 4,59 com ganho de 2 pontos. 

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros de milho subiram durante a noite devido à desvalorização do dólar e a sinais de demanda por suprimentos dos Estados Unidos. 

“O índice do dólar americano caiu 0,3% no início do pregão de quinta-feira, tornando os produtos agrícolas menos caros para compradores estrangeiros. Um dólar mais fraco torna os produtos americanos cotados em dólares mais atraentes para compradores internacionais”, avalia Tony Dreibus, analista da publicação. 

“Os preços também estão sendo impulsionados por relatórios governamentais que mostram compras de produtos agrícolas dos EUA por compradores estrangeiros”, acrescenta Dreibus. 

De acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), compradores estrangeiros se comprometeram a adquirir 84,7 milhões de toneladas de milho dos EUA na atual temporada de comercialização, um aumento de 25% em relação ao ano anterior 

Mercado Interno 

Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho também registravam avanços no início do pregão desta quinta-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 65,15 e R$ 73,85 por volta das 09h21 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a R$ 65,15 com alta de 0,39%, o setembro/26 valia R$ 68,62 com elevação de 0,38%, o janeiro/27 era negociado por R$ 73,88 com valorização de 0,22% e o março/27 tinha valor de R$ 75,03 com ganho de 0,11%. 

De acordo com o analista de mercado da Pátria Agronegócio, Vinícius Ferreira, após um período de desvalorizações consecutivas, o mercado do milho brasileiro está andando mais de lado neste momento devido a colheita ainda não ter ganhado muito ritmo pelo país.

Na visão de Ferreira, este é um bom momento para avançar um pouco com a comercialização, já que a tendência é de uma nova onda de pressão com o avanço das atividades. Após a colheita ultrapassar o patamar de 60%, a expectativa é que haja uma nova valorização impulsionada pela demanda aquecida, especialmente dos setores de etanol e ração animal.

Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira (1):

+ Números do USDA ainda repercutem no mercado e milho sobe 2% em Chicago nesta quarta-feira

Fonte original:Notícias Agrícolas
Ler artigo na fonte original